sábado, abril 11, 2015

Gabinete do representante da República afasta membros do PND do Palácio de S. Lourenço

Os quatro membros do PND ainda entraram no pátio mas foram mandados embora por uma agente da PSP assim que se preparavam para falar aos jornalistas.

Baltasar Aguiar diz que Ireneu Barreto ficaria melhor como embaixador em Angola


O gabinete do representante da República impediu esta manhã que os representantes do PND prestassem declarações à comunicação social no pátio do Palácio de S. Lourenço, ao contrário do que aconteceu ontem com os membros de seis partidos que foram àquelas instalações. Quando esta manhã, pelas 11h00, Baltasar Aguiar se preparava para prestar declarações aos jornalistas antes de subir para a audiência com Ireneu Barreto, foi informado por uma agente da PSP que teria de abandonar o pátio e fazer as declarações no exterior do Palácio de S. Lourenço.
Já na rua, o porta-voz do PND lamentou a diferença de tratamento em relação aos outros partidos e disse que este episódio "descreve aquilo que é o dr. Ireneu Barreto e aquilo que foi o seu papel como representante da República nos últimos quatro anos". "Entristece-nos que uma pessoa, ainda por cima madeirense, tenha cumprido e desempenhado tão mal as funções de representante da República. Esteve durante quatro anos calado perante todas as atrocidades cometidas nesta terra. Calado, designadamente, perante o gigantesco buraco de dívida ocultado de todos os madeirenses e que condenou a Madeira à miséria", afirmou Baltasar Aguiar, que sugeriu, sarcasticamente, que Ireneu Barreto "fosse designado embaixador para Angola, para branquear o regime totalitário do senhor presidente José Eduardo dos Santos".
É de salientar que os membros dos seis partidos que ontem foram recebidos pelo representante da República prestaram declarações à saída do encontro com Ireneu Barreto. O PTP foi o único partido que declinou o convite para a audiência com Ireneu Barreto na sequência das eleições de 29 de Março e da preparação da tomada de posse da Assembleia e do Governo Regional. Depois deste incidente, os membros do PND não voltaram a tentar entrar para a audiência com o representante da República.
O gabinete do representante da República explicou posteriormente ao DIÁRIO que não são permitidas declarações à imprensa no pátio do Palácio de S. Lourenço.
(Com a devida vénia ao Diário de Notícias -Madeira)

sexta-feira, março 27, 2015

Veja a posição da candidata do PND - Rubina Sequeira - sobre como resolver o problema da economia na Madeira.

Abre os olhos!

Este não é um artigo de campanha. Não tenho canetas para oferecer. Nem bonés, nem flores, nem t-shirts, nem promessas… Tenho umas verdades, mais ou menos cruas, e politicamente incorrectas, que ninguém usa para captar votos.
Não somos um povo superior. Nem sequer somos um povo muito inteligente. Somos fruto do subdesenvolvimento intelectual imposto pela ditadura, que se perpetuou no tempo, até o dia de hoje, por conta de uma promessa de democracia.
Somos pobres. Ficamos pobres de tanto nos endividarmos para parecermos outra coisa… Tivemos vergonha da nossa paisagem rural e hipotecamos os filhos para comprar a “Singapura do Atlântico”. Ficamos sem os filhos, sem a paisagem, e de Singapura nem um postal. Só para ir à capital pago 250 euros. Às vezes mais.
Sofremos de um complexo de inferioridade. Não acreditamos em nós e aceitamos as verdades absolutas de quem parece importante. Vergamo-nos perante o elogio. Ensinamos isso aos políticos e trocamos o voto pela magnificação da estupidez.

Não estou zangada. Só cansada.
Explicar às crianças seria mais fácil: “Era uma vez um partido que, apesar de permanentemente acusado de “não ter ideias” nem “apresentar propostas”, foi o único agente da oposição que, efectivamente, actuou. Impediu o arquivamento do processo “Cuba-livre”; intentou queixas-crime por violação da lei eleitoral; deu entrada de uma acção popular contra a violação da Rede Natura 2000; impossibilitou o financiamento indirecto do Jornal da Madeira pela Câmara Municipal do Funchal e doou à população o dinheiro que recebeu do Jackpot. Surpreendentemente, ou não, perdeu as eleições para os partidos que ofereceram canetas, bonés, flores e t-shirts”.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

Candidatura do PND denuncia obra megalómana que põe em perigo a vila da Ribeira Brava.

Ribeira Brava está em perigo com a canalização da ribeira na Serra de Água, adverte o PND



Gil Canha contesta obra para "alimentar o monstro da construção civil" e alerta para a ameaça que representa o 'cotovelo' da Ponte Vermelha


Além de contestar a obra de canalização da ribeira no vale da Serra de Água, o PND adverte para o perigo que recair a Vila da Ribeira Brava. Nomeadamente no ‘cotovelo’ da Ponte Vermelha, onde está localizado o quartel dos bombeiros, por considerar que este ponto crítico é doravante um problema acrescido com a ‘via expresso’ em que está transformado o leito.
Conclusões e preocupações apresentadas esta manhã por Gil Canha junto da extensa obra. Naquele que “era um dos vales mais bonitos da Madeira” acusou o governo PSD de Miguel Albuquerque de o ter “destruído” para “alimentar o monstro da construção civil” que “vive destes expedientes”. Para o cabeça-de lista do PND, em vez do dinheiro da Lei de Meios servir essencialmente para resolver os reais problemas que ainda persistem, nomeadamente nas zonas altas e assim “injectar dinheiro na economia real” dando emprego a canalizadores, estocadores, pintores, electricistas e outros, “o dinheiro esfumou-se” no monstro da construção civil que em minutos põe esse capital nos offshores fora da Madeira e ainda obtém “lucros tremendos” obtendo os materiais dentro da ribeira, numa obra, que apesar da grande dimensão, “pouco emprego dá” porque o principal recurso é a maquinaria.
Mas “pior ainda é que a população da Vila da Ribeira Brava está em perigo porque fica ameaçada com esta obra”, considera Gil Canha, apontando para o figurino da canalização, para concluir que em caso de chuva intensa “as águas vão apanhar uma energia cinética de tal ordem que quando chegar à Ponte Vermelha – cotovelo junto ao quartel dos BVRB - vai ser um problema, porque a velocidade será muito grande”.
Teme por isso por eventuais consequências que possam resultar desta obra vultuosa, que considerou “dinheiro mal investido” e de “pouca-vergonha do regime do PSD”.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

PND desafia Albuquerque a dizer quanto ganhava na Fundação Social-Democrata

Desmontar a "imagem imaculada" de contestatário do "regime jardinista" de Miguel Albuquerque, foi o objectivo da acção de campanha do Partido da Nova Democracia.
Junto a um do auto-silos do Funchal, Gil Canha acusou o agora líder do PSD-M de, quanto foi presidente da Câmara Municipal do Funchal, ter "beneficiado os irmãos Henriques", proprietários da SEP, a empresa que explorou os parques de estacionamento e parquímetros da capital madeirense. Um negócio que o cabeça-de-lista do PND considera "ruinoso" e que "prejudicou os munícipes".
Gil Canha lembra que só a renda paga pela Assembleia Legislativa da Madeira, num dos parques concessionados pela autarquia à SEP, pagava toda a concessão.
O PND também acusa Miguel Albuquerque de ter beneficiado uma empresa, a KPMG, nas auditorias pedidas pelo município, quando haveria, segundo o ex-vereador, empresas a praticar preços muito inferiores.
Gil Canha termina desafiando o líder do PSD-M a dizer "quanto ganhava na Fundação Social-Democrata", uma vez que fazia parte da administração. O PND acusa Albuquerque de pretende enganar os eleitores, dizendo ser contra as políticas de Alberto João Jardim, mas ter feito "o mesmo na Câmara do Funchal", nomeadamento no aumento da dívida.
(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

Qual á a posição do PND sobre o PAEF?