quarta-feira, março 27, 2013

Nova Democracia quer penhorar rendimentos da SEP


Em causa os entraves colocados à exploração dos auto-silos por parte da Câmara Municipal do Funchal.
O Partido da Nova Democracia (PND) disse hoje que a situação entre a Câmara Municipal do Funchal e a SEP – Sociedade de Exploração de Parques de Estacionamento está longe de estar resolvida, principalmente pelos entraves que estão a ser colocados para a tomada de posse dos auto-silos, com destaque para a não formação dos funcionários.
“A empresa que explorava os auto-silos teve o segundo melhor negócio da Madeira, a seguir ao monopólio do porto do Caniçal do Grupo Sousa, e é lamentável que, agora, a empresa venha exigir e colocar entraves à Câmara Municipal. Isto é muito grave e representa o clima que se vive na Madeira em fim de regime”.
Gil Canha, vereador municipal do PND, informou mesmo que o departamento jurídico do seu partido está a estudar o assunto, no sentido de avançar com uma penhora dos rendimentos da empresa, mais concretamente dos rendimentos provenientes dos parquímetros.
“Não podemos permitir que uma empresa, que ao longo dos últimos 20 anos explorou uma verdadeira mina, venha agora com exigências estapafúrdias, levando os funcionários contra a própria Câmara. A empresa sabia que o contrato era de 20 anos e os trabalhadores deveriam ter conhecimento dessa situação”.
(Com a devida vénia ao Diário Cidade)

Vereador do PND à CM do Funchal avisa: SEP arrisca pagar indemnização à Câmara


Aviso feito esta tarde pelo vereador Gil Canha (PND)


O vereador do PND na Câmara do Funchal, Gil Canha, considerou esta tarde como "graves" os "entraves" que a Sociedade de Exploração de Parques (SEP) está a colocar no processo de entrega de quatro parques de estacionamento à autarquia, alertando que a empresa arrisca-se a ter de pagar uma indemnização por eventuais prejuízos.
Numa conferência de imprensa realizada em frente ao edifício da Câmara, o autarca do PND explicou que a SEP não cumpriu a obrigação contratual de dar a formação ao pessoal camarário que a partir de segunda-feira vai assegurar o funcionamento dos parques. Por isso, aquelas infraestruturas poderão funcionar de forma condicionada na próxima semana, com a Câmara a admitir a sua utilização gratuita, o que provocará a perda de receitas. Se isto acontecer, Gil Canha entende que a autarquia deve pedir uma indemnização pelas verbas perdidas.
Gil Canha também não entende como é que a SEP exige agora à Câmara que assuma responsabilidades com as suas despesas de pessoal, pois o contrato de concessão diz que tal obrigação é da empresa privada. "A exploração dos autosilos é o segundo melhor negócio da chamada Madeira Nova (em primeiro está o monopólio do porto do Caniçal do Grupo Sousa). Durante 20 anos esta empresa ligada ao regime comeu a carne e agora quer que a Câmara coma os ossos", indignou-se o mesmo vereador.
(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

terça-feira, março 12, 2013

"Deve ser diarreia", explica Hélder Spínola



Governo abandona plenário para não ouvir deputado do PND


Todos os membros do Governo, incluindo Alberto João Jardim, e também muitos deputados do PSD abandonaram o plenário para não escutar a intervenção do deputado do PND, Hélder Spínola. "Deve ser diarreia", ironizou o orador, que descreveu que o Governo de Jardim vive uma "segunda infância", enquanto a população passa por grandes dificuldades.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

quinta-feira, março 07, 2013

“25 mil almas foram empurradas para o desemprego” em virtude da irresponsabilidade do Governo Regional


A Região está prestes a atingir os 25 mil desempregados. Hélder Spínola, da Nova Democracia, explicou que o Governo regional do PSD chegou a este ponto porque, pura e simplesmente, “colocou todos os ovos no mesmo gesto”, ao utilizar o investimento público para suportar o desenvolvimento da economia.
Por isso, chegados a este ponto, o deputado disse que é fundamental encontrar “estruturas e soluções que envolvam a sociedade civil”. A irresponsabilidade do Governo empurrou “25 mil almas” para o desemprego. Uma situação que tem reflexos nas famílias e na forma como vivem o dia-a-dia.
(Com a devida vénia ao Diário Cidade)