quarta-feira, abril 13, 2011

Fontes mostra "pluralismo" do JM



"Inundação de pluralismo" foi como o deputado António Fontes classificou a edição de hoje do Jornal da Madeira, numa resposta à intervenção de ontem de Savino Correia (PSD), sobre a comunicação social madeirense.

O deputado do PND pegou no jornal e apontou as sete fotos de Jardim e cinco de Cunha e Silva que surgem ao longo das páginas e perguntou pelas fotos da oposição. Nas duas páginas referentes ao plenário de ontem, mostrou sete fotos de deputados do PSD e nenhuma da oposição.

"É este pluralismo de que falámos e que consome quatro milhões de euros por ano e tem 33 milhões de passivo", afirmou.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

segunda-feira, abril 04, 2011

Director do Jornal da Madeira "vai sentar o rabinho no banco dos réus ..."

PND processa judicialmente Jornal da Madeira

O líder do PND, Baltasar Aguiar, anunciou hoje que vai processar judicialmente o director do Jornal da Madeira por aquele órgão de comunicação social ter classificado o partido como uma estrutura de extrema-direita. Na base desta queixa está a notícia com o título "coligação eleitoral extrema-direita-socialistas", que constituiu, no dia 1 de abril, a mentira do Jornal da Madeira, desmentida no dia a seguir. "O director do jornal vai sentar-se no banco dos réus e vai responder perante o Estado português e o povo como é que é possível ofender pessoas decentes e instituições decentes deste modo", disse o responsável político. "Era uma 'peta' mas fez um qualificativo, ou seja, aproveitou uma 'peta' para ofender gente séria e decente", concluiu. Confrontado com a intenção do PND, o director do JM, Henrique Correia, escusou-se a comentar o caso.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

PND critica arquivamento do caso da dissolução da Câmara Municipal do Funchal

Arquivamento é prova do "descrédito" do MP


Gil Canha lembra que "o Procurador estava empolgado" com o caso da dissolução da CMF


" Provou-se, mais uma vez, o descrédito do MP na nossa Região". É assim que Gil Canha reage à decisão do Ministério Público em arquivar caso da dissolução da Câmara Municipal do Funchal (CMF). Recorde-se que o processo administrativo - iniciado com uma queixa do vereador do PND, segundo a qual a CMF teria violado de forma culposa o PDM do Funchal - foi arquivado, após o Procurador João Luís Gonçalves ter ouvido os vereadores da autarquia funchalense. Desagradado com a decisão, Gil Canha diz que o "MP é forte com os fracos, mas fraco com os poderosos" e lamenta o recuo do Procurador. "Quando fui chamado ao gabinete do sr. Procurador a propósito desta minha denúncia, ele estava todo empolgado com o caso, informou-me que a ilegalidade do loteamento era flagrante", recorda o vereador da Nova Democracia. Canha declara agora que "tudo não passou de uma fanfarronice judicial", regozijando-se pela saída do Procurador da Região (José Luís Gonçalves vai para o Tribunal Administrativo de Loulé). "Primeiro, alardeou que iria pedir a dissolução do órgão autárquico e a perda de mandato dos vereadores implicados (...) depois, passados uns dias, dá o dito pelo não dito", critica o porta-voz do PND. No cerne deste processo, está uma queixa contra a CMF, acusa de ter violado de forma culposa o PDM do Funchal ao aprovar, em 2009, a alteração de um loteamento, em Santo António, viabilizando a construção em banda numa zona de baixa densidade em que o PDM prevê apenas construção isolada. Gil Canha diz que o Procurador recorreu a "um 'rodriguito' judicial de um tal acórdão do Tribunal Central Administrativo do Norte, segundo o qual, a "nulidade decorrente de ilegalidade verificada em determinado lote, não terá necessariamente, de contaminar todo o loteamento". Considera o PND que esta é uma alegação "absurda, que nem de longe nem de perto, se aplica neste caso".

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)