sexta-feira, abril 29, 2011
quinta-feira, abril 28, 2011
PND guia "juiz" do Ministério Público pelas serras do Funchal para criticar arquivamento do inquérito ao temporal
O cabeça-de-lista do PND pela Madeira às legislativas levou hoje um boneco representando o procurador do Ministério Público na Região numa visita às serras, para criticar o arquivamento do inquérito às vítimas do temporal do ano passado.
O boneco, que representava o magistrado Gonçalves Pereira, foi construído com o recurso a um pau de vassoura, a uma cabeça de abóbora e vestido com uma toga e foi a forma encontrada pelo partido para mostrar que os juízes não saem "dos gabinetes e não vão ao terreno ver a realidade", referiu Hélder Spínola.
Hélder Spínola afirmou que "as máquinas do governo regional já escavacaram mais as serras do Funchal do que as derrocadas de 20 de Fevereiro" do ano passado, alertando para as consequências em "matéria de segurança".
O candidato às eleições legislativas de 05 de junho criticou a atitude do Ministério Público na Madeira, já que numa situação em que morreram 40 madeirenses o juiz Gonçalves Pereira decidiu que "a culpa é do São Pedro".
Deixou ainda algumas perguntas relativamente ao funcionamento dos serviços do MP, questionando: "Afinal para quem trabalha este MP aqui na Madeira? Trabalha para a justiça ou para o doutor Alberto João Jardim? Para os madeirenses ou trabalha apenas para a tal máfia no bom sentido".
(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)
terça-feira, abril 26, 2011
PND vai continuar a combater o regime jardinista
O PND-Madeira garante que caso consiga eleger unm deputado à Assembleia da República vai continuar a denunciar e a combater os atropelos e abusos do regime jardinista. A garantia foi deixada esta manhã pelo mandatário e número quatro da lista do PND, Dionísio Andrade, durante a apresentação da lista de candidatos deste partido àqs próximas eleições.
Segundo Dionísio Andrade, que falava no cais da cidade do Funchal, caso o PND consiga eleger um ou dois deputados à Assembleia da República "vai defender e combater este regime que nos governa há 30 e tal anos. Um regime que já deu o que tinha a dar e nos levou para a bancarrota, onde as dívidas acumulam-se dia a dia e quem irá pagar toda esta dívida provavelmente serão os nossos filhos e netos."
A campanha do PND, disse, será "centrada no combate ao regime. Os partidos políticos estão cristalizados, fecharam-se entre si e, portanto, a Sociedade deixou de acreditar no sistema político/partidário." O PND e os cidadãos que aceitaram integrar a lista vão, "sem jogos partidários, sem muitas regras e formalismos combater o regime jardinista que tanto nos atropela nos nossos direiros e liberdades".
O mandatário e candidato do PND reconhece ser "difícil eleger um deputado ou dois para a Assembleia da República", mas sublinha que os madeirenses e portosantenses podem contar "com um grupo de cidaddaõs que está aberto" e disponível para "combater um regime caduco e fora de prazo".
A Lei de Meios e a forma como será aplicada para "alimentar a máquina bélica do betão do regime jardinista" e alguns atentados ao ambiente provocados pela "ganância de fazer obra a todo o custo para representar e simbolizar apenas em actos eleitorais e que não têm utilidade nenhuma" serão algumas das denúncias prioritárias do PND.
Dionísio Andrade explicou que durante a campanha o PND vai continuar a "utilizar a denúncia dos principais problemas que afectam a Região, mas também vamos ridicularizar o regime. Vamos ter nas nossas acções de campanha o já conhecido e famoso Manuel Bexiga", diz Dionísio Andrade acrescentando que a "Região chegou a um estado tal que só mesmo gozando e ridicularizando esta situação" será possível saber "se quem nos desgovernou ao longo destes anos tem um pouco de vergonha pela situação em que todos nos encontramos, que é uma situação de bancarrota."
A lista apresentada é constituída "essencialmente por pessoas da sociedade civil, é encabeçada por Hélder Spínola, professor universitário e "representante da Madeira Velha". Segue-se Rubina Sequeira, advogada e "representante da Madeira Velha". Em número três da lista surge Baltazar Aguiar, o "único representante da Madeira Nova e um perigoso comunista". Já em quarto lugar surge Dionísio Andrade, "jornalista e perigoso fascista da Madeira Velha". O quinto lugar é ocupado por Catarina Santos, educadora de infância no Porto Santo e "perigosa fascista da Madeira Velha". O´último lugar da lista é ocupado por Gil Canha, empresário e ex-membro da "União Nacional".
Já a lista dos suplentes é encabeçada por Amâncio Silva, empresário da construção civil. Em segundo lugar surge Tomás Freitas, funcionário público. "Como vêm é uma lista de perigosos fascistas com apenas um ou dois representantes da Madeira Nova", sublinhou Dionísio Andrade.
(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)
segunda-feira, abril 25, 2011
PND “liberta” Jornal da Madeira em comemoração do 25 de Abril

Dirigentes do Partido da Nova Democracia (PND) utilizaram esta manhã uma chaimite militar para “libertar das garras do jardinismo” o Jornal da Madeira que, dizem, “continua a ser o símbolo do totalitarismo” nesta região.
Por Tolentino Nóbrega
Com esta acção política comemorativa da revolução - semelhante à desenvolvida há dois anos quando dirigentes daquele partido “ocuparam” a Quinta Vigia, sede da presidência do governo regional, e exigiram a “rendição” de Alberto João Jardim à democracia – o PND pretendia alertar que o “25 de Abril não chegou à Madeira. “Pretendemos também denunciar que o regime, como no passado, continuar a utilizar um jornal, pago pelos contribuintes, para fazer propaganda de um partido totalitário e do seu líder”, justificou Eduardo Welsh.
A revolução de Abril, por recusa do PSD, voltou este ano a não ser celebrado na Assembleia Legislativa da Madeira. Com excepção deste partido e do CDS/PP, os restantes cinco partidos representados no parlamento assinalaram a data com iniciativas próprias.
Fora do âmbito partidário, estão previstas duas iniciativas para recordar Abril: uma sessão promovida pelo Sindicato dos Professores em Machico, será orador o padre Martins Júnior, ex-deputado regional independente eleito pela UDP e antigo presidente da câmara de Machico, outra organizada nesta localidade sob o lema “Cidadãos por Machico, Terra de Abril”.
(Com a devida vénia ao Público)

