terça-feira, janeiro 25, 2011

Coelho - o candidato apoiado pelo PND foi o 2º mais votado na Madeira a poucos votos do 1º Cavaco Silva


Verifique todos os resultados e declarações clicando no seguinte link: http://www.dnoticias.pt/sites/default/files/edicaosuplemento/pdftotal/20110124/Presidenciais2011_240111_.pdf

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

«O dr. Jardim já perdeu contacto com a realidade»



É a resposta de José Manuel Coelho à reacção de Alberto João Jardim aos resultados eleitorais obtidos pelo candidato madeirense, no último domingo.

O candidato presidencial José Manuel Coelho, segundo mais votado na Madeira ao recolher 39,01 por cento dos votos, contra 44,01 de Cavaco Silva, diz que Alberto João Jardim «já perdeu o contacto com a realidade».

Num artigo de opinião, publicado esta terça-feira, no «Jornal da Madeira», Alberto João Jardim, líder do PSD-M e presidente do Governo Regional manifesta surpresa pelos resultados obtidos por José Manuel Coelho, mas diz tratar-se de um voto de protesto da extema-direita e da chamada «Madeira Velha».

«Nunca me passou que os resultados da criatura fossem tão longe», escreveu Jardim, acrescentando-lhe epítetos como «coelhada», «aspirina Coelho» e «voto de gozo contra o sistema através da extrema-direita».

«A bipolarização política levará a um forte confronto, desta vez já com a extrema-direita, a ¿Madeira Velha¿, o fascismo, a pontificar, independentemente dos outros rótulos partidários que indecentemente se lhe colem», acrescenta, concluindo que «o povo madeirense será chamado a dizer claramente, se quer voltar ao passado ou se me dá confiança para aguentar as dificuldades tanto quanto me for possível. O resto é conversa, espectáculo e palhaçada. Já deu!...».

Em declarações à Agência Lusa, José Manuel Coelho lembra que o PND-M «actualmente não é um partido de extema-direita mas uma plataforma, uma frente, sem ideologia definida mas assente no propósito de derrubar o jardinismo e de contribuir para uma Madeira democrática e próspera».

«Ora, o problema do dr. Jardim é que já perdeu o contacto com a realidade e falha na análise, quer amedrontar os madeirenses com o espantalho da extrema-direita e fazê-los se afastarem do nosso projecto de frente contra o jardinismo e a situação de ruína por ele criada mas já não vai a tempo», diz.

«A frente democrática continua o seu trabalho e será uma onda em Outubro nas eleições legislativas regionais», avisa José Manuel Coelho.

(Com a devida vénia ao IOL-Diário)

segunda-feira, janeiro 24, 2011

José Manuel Coelho



Cavaco Silva perdeu a maioria na Madeira, obtendo 44,25% dos votos. José Manuel Coelho atingiu 38,82% e ganhou o Funchal, Machico e Santa Cruz com mais 1376 votos.

Na Madeira, vai haver uma "segunda volta entre Cavaco Silva e José Manuel Coelho", diziam os apoiantes de Coelho que encheram o restaurante "Questão Moral", no centro do Funchal. "Os madeirenses perderam o medo e disseram basta. É um resultado histórico. Fizemos uma campanha sem um único cartaz ou panfleto. O ajuste de contas será em Outubro. O povo votou, desta vez, contra a maré e nada será como antes", disse ao DN Baltazar Aguiar, líder do PND/Madeira, aludindo às próximas eleições regionais.

Assistiu-se, assim, a um apuramento renhido entre os dois candidatos, com Cavaco a perder a maioria em terras de Alberto João Jardim, a única região do País que, em 1996, lhe deu a vitória (69,58%) nas eleições ganhas por Jorge Sampaio.

Coelho era ontem um homem feliz que brindava ao futuro. O deputado do PND na Assembleia Legislativa Regional disse que esperava agora "debater com Cavaco Silva o défice democrático que se vive na região", lembrando que este resultado "é um grito e um pedido de ajuda dos madeirenses à República".

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias)

domingo, janeiro 23, 2011

“A CNE comportou-se mal porque não aceitou os nossos delegados”



José Manuel Coelho acusa a comissão nacional de eleições de discriminar a sua candidatura por ter recusado o pedido de nomeação de observadores para as mesas de voto. “A minha candidatura, a de Fernando Nobre e do candidato Francisco Lopes pediram às câmaras municipais para apresentarem membros nas mesas e a pretenção foi recusada. Os presidentes de câmara, porque são todos do PSD, que fazem as mesas, só escolhem pessoal da confiança deles.” denuncia.

O candidato acrescenta que na Madeira são colocados carros de empresas públicas como a Empresa de Electricidade da Madeira e das próprias câmaras a transportar “velhinhos, pessoas incapazes e doentes para manipular o voto” o que faz com que os “democratas” não tenham acesso à fiscalização. Coelho diz que esta é uma situação que acontece, na Madeira, em todas as eleições

O candidato a Belém lembrou ainda que na região existem 250 mil votantes e 250 mil inscritos nos cadernos eleitorais o que significa que os mortos nunca são descarregados dos cadernos de maneira que “nestas condições os democratas para obterem qualquer vitoria so se for um milagre de Deus”.

José Manuel Coelho acusou ainda os meio de comunicação social do país e da Madeira em particular, de estarem todos ao “serviço das forças reaccionárias”.
As palavras do candidato presidencial foram registadas depois de José Manuel Coelho ter votado, na manha deste Domingo, na escola básica da Terça, na freguesia de Santa Cruz.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

quinta-feira, janeiro 20, 2011

Hoje, quinta-feira, o candidato presidencial José Manuel Coelho promove uma festa-convívio



Hoje, quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011, pelas 17:00 horas, o candidato presidencial José Manuel Coelho, estará presente, no âmbito da sua campanha, numa festa-convívio na cidade do Funchal, ao lado do café Golden Gate, em frente ao Banco de Portugal.

José Manuel Coelho sugere Jardim para liderar Governo de salvação nacional



"Era bom que Cavaco Silva e José Sócrates fizessem um favor ao país. Propunha que fizessem um Governo de Salvação Nacional e escolhessem os amigos muito hábeis a ganhar dinheiro”, afirmou hoje o candidato.

O candidato presidencial José Manuel Coelho esteve hoje de manhã no Chiado, em Lisboa, a anunciar o elenco de um Governo de salvação nacional, que inclui nomes como Dias Loureiro e Oliveira e Costa e Alberto João Jardim.

“Para primeiro-ministro, [proponho] o doutor Alberto João Jardim, que é o exemplo de uma pessoa que está em condições para fazer uma boa gestão financeira dos recursos económicos do país. Para ministro da Indústria e das Reciclagens, o senhor Armando Vara; para ministro dos Negócios Estrangeiros, o doutor Cavaco devia colocar lá o seu amigo Deus Pinheiro. Já agora, o doutor Dias Loureiro para o Ministério dos Investimentos Ocultos. Depois, teríamos também o engenheiro Oliveira e Costa para ministro das Finanças e presidente do Banco de Portugal, não esquecendo ainda o doutor Paulo Portas, para ministro das Relações Internacionais Profundas. Também não esquecendo o senhor Isaltino Morais, de Oeiras, que devia ser escolhido para ministro da Justiça”, elencou.

As propostas foram apresentadas junto à estátua de Fernando Pessoa, no café "A Brasileira", depois de lembrar que o poeta foi um dos mais "inconformados" do seu tempo com a decadência do país.

"Era bom que Cavaco Silva e José Sócrates fizessem um favor ao país. Propunha que fizessem um Governo de Salvação Nacional e escolhessem os amigos muito hábeis a ganhar dinheiro e que enriqueceram de um momento para o outro. Para salvar o país do descalabro financeiro e da bancarrota", ironizou o candidato apoiado pelo Partido Nova Democracia.

José Manuel Coelho exigiu ainda a Cavaco Silva, apoiado por PSD, CDS-PP e MEP, que explique como ganhou dinheiro no BPN e como comprou a casa de férias na aldeia da Coelha, defendendo que "a vida de um Presidente da República deve ser um livro aberto e não um enigma".

Quanto aos seus bens pessoais, o candidato presidencial garantiu que os portugueses "estão à vontade" para os conhecer e afirmou que não tem nada a esconder: "Tenho lá na Madeira dois cães e duas aves, para as juízas do regime irem lá penhorar".

Confrontado com os dados da sondagem hoje publicada, José Manuel Coelho manifestou-se "contente" e considerou que "ainda há condições para passar à segunda volta".

(Com a devida vénia à Rádio Renascença)