domingo, janeiro 23, 2011

“A CNE comportou-se mal porque não aceitou os nossos delegados”



José Manuel Coelho acusa a comissão nacional de eleições de discriminar a sua candidatura por ter recusado o pedido de nomeação de observadores para as mesas de voto. “A minha candidatura, a de Fernando Nobre e do candidato Francisco Lopes pediram às câmaras municipais para apresentarem membros nas mesas e a pretenção foi recusada. Os presidentes de câmara, porque são todos do PSD, que fazem as mesas, só escolhem pessoal da confiança deles.” denuncia.

O candidato acrescenta que na Madeira são colocados carros de empresas públicas como a Empresa de Electricidade da Madeira e das próprias câmaras a transportar “velhinhos, pessoas incapazes e doentes para manipular o voto” o que faz com que os “democratas” não tenham acesso à fiscalização. Coelho diz que esta é uma situação que acontece, na Madeira, em todas as eleições

O candidato a Belém lembrou ainda que na região existem 250 mil votantes e 250 mil inscritos nos cadernos eleitorais o que significa que os mortos nunca são descarregados dos cadernos de maneira que “nestas condições os democratas para obterem qualquer vitoria so se for um milagre de Deus”.

José Manuel Coelho acusou ainda os meio de comunicação social do país e da Madeira em particular, de estarem todos ao “serviço das forças reaccionárias”.
As palavras do candidato presidencial foram registadas depois de José Manuel Coelho ter votado, na manha deste Domingo, na escola básica da Terça, na freguesia de Santa Cruz.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

quinta-feira, janeiro 20, 2011

Hoje, quinta-feira, o candidato presidencial José Manuel Coelho promove uma festa-convívio



Hoje, quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011, pelas 17:00 horas, o candidato presidencial José Manuel Coelho, estará presente, no âmbito da sua campanha, numa festa-convívio na cidade do Funchal, ao lado do café Golden Gate, em frente ao Banco de Portugal.

José Manuel Coelho sugere Jardim para liderar Governo de salvação nacional



"Era bom que Cavaco Silva e José Sócrates fizessem um favor ao país. Propunha que fizessem um Governo de Salvação Nacional e escolhessem os amigos muito hábeis a ganhar dinheiro”, afirmou hoje o candidato.

O candidato presidencial José Manuel Coelho esteve hoje de manhã no Chiado, em Lisboa, a anunciar o elenco de um Governo de salvação nacional, que inclui nomes como Dias Loureiro e Oliveira e Costa e Alberto João Jardim.

“Para primeiro-ministro, [proponho] o doutor Alberto João Jardim, que é o exemplo de uma pessoa que está em condições para fazer uma boa gestão financeira dos recursos económicos do país. Para ministro da Indústria e das Reciclagens, o senhor Armando Vara; para ministro dos Negócios Estrangeiros, o doutor Cavaco devia colocar lá o seu amigo Deus Pinheiro. Já agora, o doutor Dias Loureiro para o Ministério dos Investimentos Ocultos. Depois, teríamos também o engenheiro Oliveira e Costa para ministro das Finanças e presidente do Banco de Portugal, não esquecendo ainda o doutor Paulo Portas, para ministro das Relações Internacionais Profundas. Também não esquecendo o senhor Isaltino Morais, de Oeiras, que devia ser escolhido para ministro da Justiça”, elencou.

As propostas foram apresentadas junto à estátua de Fernando Pessoa, no café "A Brasileira", depois de lembrar que o poeta foi um dos mais "inconformados" do seu tempo com a decadência do país.

"Era bom que Cavaco Silva e José Sócrates fizessem um favor ao país. Propunha que fizessem um Governo de Salvação Nacional e escolhessem os amigos muito hábeis a ganhar dinheiro e que enriqueceram de um momento para o outro. Para salvar o país do descalabro financeiro e da bancarrota", ironizou o candidato apoiado pelo Partido Nova Democracia.

José Manuel Coelho exigiu ainda a Cavaco Silva, apoiado por PSD, CDS-PP e MEP, que explique como ganhou dinheiro no BPN e como comprou a casa de férias na aldeia da Coelha, defendendo que "a vida de um Presidente da República deve ser um livro aberto e não um enigma".

Quanto aos seus bens pessoais, o candidato presidencial garantiu que os portugueses "estão à vontade" para os conhecer e afirmou que não tem nada a esconder: "Tenho lá na Madeira dois cães e duas aves, para as juízas do regime irem lá penhorar".

Confrontado com os dados da sondagem hoje publicada, José Manuel Coelho manifestou-se "contente" e considerou que "ainda há condições para passar à segunda volta".

(Com a devida vénia à Rádio Renascença)

terça-feira, janeiro 18, 2011

Presidenciais 2011 - José Manuel Coelho distribui batatas em sacos azuis

O candidato presidencial José Manuel Coelho esteve hoje em Gondomar a distribuir sacos de plástico azuis com batatas, numa ação que visou alertar a população local para a necessidade de Portugal ser um país "livre de corrupção".

Numa ação "simbólica", José Manuel Coelho afirmava às pessoas que o rodeavam tratarem-se de "sacos azuis de Felgueiras" para os "amigos de Gondomar", uma cidade onde "é hábito ganharem-se eleições oferecendo-se brindes".

O candidato madeirense disse não ter ido a Gondomar para ser recebido pelo autarca Valentim Loureiro, afirmando estar ali para "falar com o povo
anónimo" e "não para cumprimentar pessoas que estão comprometidas com a corrupção neste país".

"Contra os valentins loureiros deste país"


José Manuel Coelho afirmou lutar "não contra o Valentim Loureiro de Gondomar, mas contra os valentins loureiros deste país, o que ele representa", considerando-o "um artista à portuguesa".

O candidato enumerou Dias Loureiro, Oliveira e Costa, Alberto João Jardim e Jaime Ramos como outros "artistas à portuguesa" com quem Cavaco Silva, disse, "consegue enganar os portugueses".

José Manuel Coelho distribuiu sacos azuis com batatas recordando que, tal como os nomes referidos, há em Gondomar "um senhor, que teve uma história curiosa".

Em 1972, disse, esse senhor, cuja identidade nunca apontou diretamente, "estava em Luanda e era encarregado da manutenção militar".

Esse senhor, "muito conhecido de cá, dava como recebida a batata sem ela sair de Lisboa", contou.

"O nosso amigo foi agarrado e para evitar ir preso deu baixa como doente e vai como doente para o hospital militar em Lisboa. Como a candonga era feita por uma série de corruptos, chegou ao hospital e é dado como incapaz e dá baixa do Exército", descreveu.

Kennedy como exemplo


O candidato madeirense citou o antigo presidente norte-americano Jonh Kennedy para afirmar estar em campanha a lutar pelo país.

"Tenho o lema de Jonh Kennedy, não me perguntem o que é que o país me vai dar, mas aquilo que posso fazer pelo país. Um presidente vem para servir o país e não para ser servido, encher os bolsos", concluiu.

Questionado qual seria a sua primeira medida se fosse eleito Presidente da República, José Manuel Coelho respondeu: "Intervir, o que o dr. Cavaco
não tem feito. O governo anda praticamente de rédea solta e o Presidente abdicou de intervir com o seu poder moderador", frisou.

O Presidente da República, disse, "tem poder de dar mensagens à Assembleia da República, pode dirigir mensagens no sentido das leis elaboradas favorecerem o povo".

O madeirense entende que é possível um Presidente "coabitar com qualquer parlamento", mas deve, por exemplo, "vetar documentos, mandá-los para trás".

(Com a devida vénia ao Semanário Expresso)

Presidenciais - José Manuel Coelho com sacos azuis em Gondomar



(Com a devida vénia à Antena 1)


(Com a devida vénia à Lusa e ao Canal SAPO)