terça-feira, setembro 07, 2010
segunda-feira, setembro 06, 2010
Madeira: PND apoia «plataforma democrática» para derrubar regime do PSD

Objectivo é juntar «toda a oposição partidária e sociedade civil para por fim a um regime que tem quase 40 anos»
O dirigente do PND-Madeira, Baltasar Aguiar, declarou o seu apoio incondicional ao projecto de criação de uma plataforma democrática que se assuma como alternativa ao poder maioritário do PSD na região.
«Apoio incondicionalmente esta pretensão do PS de procurar realizar uma plataforma que congregue toda a oposição partidária e sociedade civil para por fim a um regime que tem quase 40 anos», afirmou Baltasar Aguiar após ter reunido com os responsáveis socialistas madeirenses.
Segundo Baltasar Aguiar, um dos objectivos para este partido integrar o projecto é «denunciar o que é patológico no regime jardinista e indicar vias alternativas para criar uma outra forma de regime autonómico na Madeira».
«Os madeirenses nunca tiveram oportunidade de escolher um outro regime, a oposição nunca foi capaz de oferecer uma outra via e é esse projecto que esta plataforma procura corporizar, uma outra forma de fazer politica na Madeira», disse.
Uma «economia democrática» em que os negócios não estejam concentrados em alguns grupos financeiros, um melhor funcionamento do sistema democrático e seu parlamento, com respeito pelo estatuto das oposições, foram alguns dos objectivos traçados pelo responsável do PND.
Por seu turno, o líder socialista, Jacinto Serrão, salientou que, depois do BE, este encontro com o PND vem criar mais «condições para operacionalizar acções politicas para dar consistência ao projecto da plataforma democrática», que pretende ser uma alternativa ao regime do PSD, liderado por Alberto João Jardim.
(Com a devida vénia ao IOL - Portugal Diário)
PS e PND juntos na criação de uma "alternativa de regime"

O PND-Madeira juntou-se hoje ao PS-Madeira na construção da ‘Plataforma Democrática’ tida como "alternativa de regime".
Após um encontro entre estruturas partidárias, Jacinto Serão e Baltazar Aguiar convergiram na necessidade de denunciar o que é "patológico" no regime jardinista que governa a Madeira há quase 40 anos.
As direcções do PS-M e do PND-M, reuniram na sede do PS e do encontro emergiu um acordo para a operacionalização de acções políticas conjuntas, no quadro de convergência proposto pela Plataforma Democrática.
O encontro reforça um projecto que ganha dimensão, após o encontro similar tido a semana passada com o Bloco de Esquerda (BE).
Na conferência de imprensa, Jacinto Serrão disse que o grande objectivo da Plataforma Democrática “é o de devolver a esperança” aos madeirenses e deixou claro que essa expectativa já não pode ser cumprida pelo PSD, “cujo projecto político está esgotado”, nem por Alberto João Jardim, “que não tem qualquer percepção sobre a realidade”.
Para o líder do PS-Madeira, a Plataforma Democrática tem condições para se transformar “num arco democrático”, uma entidade capaz de “oferecer as soluções” para os constrangimentos que tolhem e bloqueiam a Autonomia, a Democracia e o Estado Social na Região.
Por seu turno, Baltazar Aguiar declarou o seu “apoio incondicional” ao projecto, tendo prometido “colaboração total” na operacionalização dos pressupostos políticos.
O dirigente do PND apelou ainda aos cidadãos independentes “para que se aproximem e contactem os partidos”, garantindo que a Plataforma Democrática é a prova de que “é possível vivermos de outra maneira a Autonomia na RAM”.
A reforma do sistema político, em particular o funcionamento da Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), o reforço dos poderes autonómicos e a busca de soluções para a conjuntura de crise económica e social que afecta indiscriminadamente particulares, famílias e empresas são as grandes linhas de convergência propostas pela Plataforma Democrática à sociedade madeirense.
Para Baltazar Aguiar, o desrespeito pelo estatuto das oposições e o parlamento "fantoche" que se recusou a levantar a imunidade ao presidente Miguel Mendonça para responder por um crime cuja moldura penal pode chegar aos 8 anos de prisão, a par do mandato 'cassado' a Victor Feitas há mais de um ano é a prova provada para que os madeirenses decidam, de uma ver por todas, se são "carne ou peixe".
(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)
sábado, setembro 04, 2010
PS e PND falam sobre 'Plataforma Democrática"


O presidente do PS-Madeira, Jacinto Serrão, e o dirigente do PND, Baltazar Aguiar, farão uma conferência de imprensa conjunta
na próxima segunda-feira, dia 6 de Setembro, na sede regional dos socialistas, na Rua da Alfândega. O tema do encontro é ‘Plataforma Democrática’, que o PS está a promover e que já conta com o 'sim' do Bloco de Esquerda.
No sábado, o presidente da JS-Madeira, Orlando Fernandes, vai estar à entrada da Universidade da Madeira (UMa) para falar sobre Ensino Superior. O encontro com a comunicação social está marcado para as 11 horas.
(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)
sexta-feira, setembro 03, 2010
PND teme nova traição de Serrão

PND receia que a 'plataforma' seja só um embuste do ps para tramar os pequenos partidos
O líder do PND, Baltasar Aguiar, respondeu à proposta do PS para criação de uma 'plataforma democrática' com um 'sim' cheio de reservas, pois teme que os planos de Jacinto Serrão sejam criar um "embuste" para eliminar os pequenos partidos da oposição.
Na carta de resposta a Serrão, o porta-voz do PND começa por manifestar "total disponibilidade" para analisar o convite que lhe foi endereçado num documento intitulado "Plataforma Madeira", apesar de estranhar ter sido o único dirigente da oposição que não teve direito a um telefonema prévio. Depois avança que a ideia de Serrão não é original: "O PND na Região nunca funcionou com uma lógica partidária e tem servido como um movimento de combate frontal ao jardinismo, aberto a todos os cidadãos democratas, das mais díspares ideologias políticas. De certo modo temos sido 'de facto' a plataforma democrática que V. Ex.ª quer constituir". Ainda assim, Baltasar diz-se empenhado na concretização da plataforma, "sem quaisquer condições ou contrapartidas e sem a exigência de quaisquer penachos, tachos, lugares, mandatos ou das habituais prebendas e sinecuras de que dependem infelizmente muitas das mais importantes figuras regionais, mesmo da oposição".
O responsável confessa o seu receio de que esta 'plataforma' seja "mais uma estratégia feita com reserva mental para embustear as demais forças da oposição, como abertamente reconheceu, em órgão do seu partido, um vice-presidente do PS-M". A esse propósito lembra o esquecimento a que o PS votou a 'Fundação Respública', bem como os acordos que Serrão fez para ser eleito vice-presidente da Assembleia, bem como o processo de exclusão do deputado Victor Freitas e a imunidade que alguns deputados socialistas deram ao presidente da Assembleia num processo em que teria de responder pela proibição de entrada do deputado José Manuel Coelho no parlamento.
(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)
