quarta-feira, julho 21, 2010

Coelho desafia padre Marcos a explicar a "evangelização" do Jornal da Madeira

















Deputado do PND não compreende que o jornal da Diocese só se preocupe com os "fiéis" do PSD

Foi junto à Igreja do Colégio que José Manuel Coelho lançou um desafio ao padre Marcos Gonçalves, responsável pelo Tribunal Eclesiástico na Diocese do Funchal. Em conferência de imprensa, o deputado do Partido da Nova Democracia comentou a polémica criada pelo sacerdote ao comentar a entrevista de frei Bento Domingues ao DIÁRIO. O frade criticou a presença da Igreja nas inaugurações e Marcos Gonçalves justificou essa participação em actos do Governo com a necessidade de evangelizar todos, em toda a parte e sem excepções.
José Manuel Coelho pergunta ao sacerdote madeirense, "uma pessoa entendida nestas coisas da Igreja e da evangelização", qual o motivo de a Igreja "ter um jornal que só evangeliza o PPD e está ao seu serviço". Segundo o deputado, "há uma contradição que o senhor padre juiz do Tribunal Eclesiástico deveria explicar".

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

VEREADOR DO PND REFERE QUE: "CM DO FUNCHAL PAGA ERRO COM OUTRO ERRO"



PND denuncia atentados ao PDM na Nazaré

O vereador do PND na autarquia funchalense, Gil Canha, deslocou-se ontem à Nazaré para denunciar uma obra que está "a nascer ilegalmente" junto à igreja local e outra que foi licenciada "sem cumprir também o PDM".

Gil Canha referiu que há "uma violação, de forma grosseira," do PDM em vários pontos, já que os dois prédios estão juntos como se fossem contínuos.

O vereador do PND defendeu que a CMF "continua com a política urbanística anarca", já que "promove a descaracterização da paisagem". "Não há uma política integrada de desenvolvimento da cidade", rematou.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

terça-feira, julho 20, 2010

"GRUPO SOUSA ENRIQUECE À CUSTA DE TERMOS OS PORTOS MAIS CAROS DA EUROPA"

Sousas alargam monopólio com compra da 'Box Line'

O PND promoveu ontem uma iniciativa em frente à 'Porto Santo Line' para dizer que o Grupo Sousa enriquece à conta de termos "os portos mais caros da Europa" (onde descarregar um contentor é cinco vezes mais caro do que no continente) e onde se compram os bens de 1.ª necessidade "27% mais caros do que no continente".Segundo o deputado José Manuel Coelho, só assim, graças à exploração do povo, se compreende que o "grupo monopolista dos Sousas" consiga amealhar tantos milhões para comprar uma das maiores empresas de transportes marítimos do grupo Sonae (a 'Box Line'). Para o dirigente do PND, o grupo Sousa amealha dinheiro "com a benção e a protecção do Governo Regional".

(Com a devisa vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

segunda-feira, julho 19, 2010

DENÚNCIA DO PND - FUNDAÇÃO DE JOÃO JARDIM NA MIRA DA JUSTIÇA






















Ministério Público investiga fundação presidida por Alberto João Jardim

Por Tolentino de Nóbrega

A imunidade do presidente do Governo regional e de outros deputados não foi levantada, o que está a atrasar o processo

A Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) não levantou a imunidade a alguns deputados para serem inquiridos, como testemunhas, no âmbito do inquérito aberto pelo Ministério Público à Fundação Social Democrata da Madeira. Neste processo é investigada a alegada prática de "um crime de peculato, corrupção passiva e abuso de poder" por parte de Alberto João Jardim, presidente daquela instituição e do Governo regional.

O Tribunal Judicial do Funchal, no âmbito do processo 1664/08.2TAFUN, solicitou há dois anos ao Parlamento madeirense autorização para ouvir José Manuel Coelho (deputado do PND), José Manuel Rodrigues (líder do CDS-PP e agora deputado à Assembleia da República), Jaime Ramos (líder parlamentar do PSD) e Miguel Mendonça (presidente do Parlamento regional), mas tal pretensão foi rejeitada na presente sessão legislativa, motivando atraso nos actos judiciais do processo. As testemunhas são deputados na ALM, pelo que, nos termos do Estatuto Político-Administrativo da Madeira, não podem ser ouvidos sem autorização da assembleia, que também não levantou imunidade a Jardim.

O processo corresponde a uma queixa apresentada por José Manuel Coelho contra o presidente do Governo regional em que "é investigado um crime de peculato, corrupção passiva e abuso de poder", segundo um ofício da comissão de regimentos e mandatos da ALM. Na denúncia feita ao Ministério Público, o deputado do PND afirma que a Fundação Social Democrata da Madeira (FSDM), criada em 1992 por Alberto João Jardim com outros governantes e deputados do PSD, não cumpre as condições gerais da declaração de utilidade pública atribuída pelo Governo que é também chefiado pelo líder do PSD-M.

Apesar de formalmente ter fins não lucrativos, a FSDM, fazendo uso do seu estatuto de utilidade pública e gozando dos respectivos benefícios fiscais e outros, tem ao longo dos anos adquirido um vastíssimo património, obedecendo a sua gestão a estritos critérios de interesse partidário do PSD-Madeira, alega o queixoso. Por isso, Alberto João Jardim tem, ainda no entender de Coelho, o dever de, como presidente do Governo regional, abrir procedimento instrutório e proceder à cessação dos efeitos da utilidade pública da FSDM, nos termos do disposto no Decreto-Lei n.º 460/77, de 7 de Novembro, com a redacção que lhe foi dada pelo De- creto-Lei n.º 391/2007, de 13 de Dezembro.

Ao omitir o cumprimento deste dever funcional, o governante teria permitido à fundação, a que também preside, obter benefícios considerados ilegítimos de elevado montante, à custa do erário público. Esta con- duta de Jardim estaria, conforme igualmente é alegado na queixa sob investigação, a pôr em causa a autoridade e credibilidade da administração regional e constituiria uma prá- tica continuada pelo presidente do Governo, entre outros, do crime de abuso de poder, nos termos do Código Penal.

À luz dos estatutos, a FSDM tem como finalidade "contribuir para o desenvolvimento do regime democrático, e da autonomia política da Região Autónoma da Madeira, (...) através principalmente da realização de estudos e de acções de investigação, divulgação e formação".

Há quase duas décadas colocada sob suspeita pela oposição regional, a FSDM, acusada de "burla fiscal e legal", foi objecto de uma acção judicial (inconclusiva) requerida ao Ministério Público pelo CDS-PP em 1992. Três anos depois, também a UDP apresentou idêntica queixa, mas o processo acabou por ser arquivado. Uma investigação à fundação voltou a ser pedida pelo PS à Procuradoria-Geral da República, no dossier sobre corrupção na Madeira entregue a Pinto Monteiro em 2007, mas o processo ainda está a decorrer.

(Com a devida vénia ao Jornal Público)

PND apresenta queixa contra Jaime Ramos (Líder da Bancada Parlamentar do PSD na ALM)

sábado, julho 17, 2010

PND apresenta queixa contra Jaime Ramos


















José Manuel Coelho vai enviar, ao Presidente da República e ao Representante da República, cópias do diário da última sessão plenária em que Jaime Ramos chamou "prostituta ofendida" ao socialista Carlos Pereira.

O deputado do PND diz estar "farto das ofensas" do líder parlamentar social-democrata que "manda bocas próprias de um labrego".
Coelho acusa o presidente da Assembleia de "contemporizar com o senhor Jaime Ramos e com aquelas palavras grotescas e ofensas".

Uma vez que, Miguel Mendonça "faz vista grossa" e deixa Jaime Ramos insultar os outros deputados, a solução encontrada foi enviar a questão para a Presidência da República. "Para verem o nível da nossa democracia", justifica o deputado da Nova Democracia.

A posição de José Manuel Coelho poderá contrastar com os seus próprios comportamentos. O deputado do PND ficou famoso por se apresentar no plenário com um relógio de cozinha ao pescoço e chegou a exibir uma bandeira nazi que tentou oferecer, precisamente, a Jaime Ramos.

(Com a devida vénia ao Diário de Noticias - Madeira)