quarta-feira, março 24, 2010

PND elogia "coragem" do coordenador do Ministério Público






















O deputado do PND manifestou, ontem, "solidariedade com a corajosa luta do coordenador do Ministério Público". José Manuel Coelho lembrou a entrevista dada por Gonçalves Pereira ao DIÁRIO em que "apresentou um relatório onde tece sérias críticas a certos sectores da administração pública regional, nomeadamente a direcção de Finanças. José Manuel Coelho garante que o estudo revela que as Finanças, na Madeira, "protegem os grandes tubarões do regime jardinista na fuga aos impostos" e que perseguem os pequenos comerciantes.O deputado do PND teme que o magistrado seja perseguido, através de "jogos de influências" para afastá-lo da Madeira."A partir destas denúncias, vai ser perseguido e o regime jardinista vai exercer tráfico de influências, em Lisboa, no sentido de transferir o procurador Gonçalves Pereira", acusa.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

domingo, março 21, 2010

PND denuncia 'roubo' de inertes

















Para "denunciar os ladrões do regime jardinista", José Manuel Coelho esteve ontem junto à foz da ribeira da Madalena do Mar para lançar acusações contundentes sobre a "máfia".O dirigente do PND considerou um "roubo" a retirada de inertes, não poupando nas críticas o secretário do Equipamento Social (SRES), que classificou de "ladrão mor". "Ele tem estes empresários do 'PPD' todos aqui a roubar a pedra", quando no seu entender "faz falta ao longo da praia para regularizar e dar protecção à frente mar". 'Disparando' em todas as direcções, Coelho acusou também a Polícia Marítima (PM) de "estar feita com eles" porque "estiveram aqui uns pequenos empresários a tentar tirar uns carrinhos de pedra e veio logo a PM multar, e muito bem", reconheceu, mas foi só "para correr com os pequeninos para deixar os grandes roubarem à vontade", repudiou."Esse gatuno já está farto de roubar", disse, referindo-se a Santos Costa, acrescentando que "ele devia estar preso mas está na secretaria do Equipamento Social só a roubar e a proteger estes gatunos" que, alerta "roubam de duas maneiras. Recebem dinheiro para roubá-la e depois ainda vendem a pedra", tudo "com a conivência da PM", reafirmou. "PM, Ministério da Marinha, PPD, SRES, Santos Costa, tribunais, Ministério Público, isto é tudo uma canalha de gatunos que está aqui a roubar o povo madeirense e a população da Madalena do Mar", reforçou José Manuel Coelho, que garante não ter medo. "Enfrento-os todos", desafiou. Por último 'meteu na lista' "Carlos Pereira do Marítimo", acusando-o de já ter começado a roubar a Madalena "há 15 anos".

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

quinta-feira, março 18, 2010

PND diz que reconstrução não chegou às zonas onde os pobres vivem



















Deputado José Manuel Coelho compara situação à da antiga União Soviética

O deputado do PND, José Manuel Coelho, subiu ontem ao Monte, para denunciar o esquecimento a que estão a ser votados pelo Governo Regional alguns sítios afectados pelo temporal de 20 de Fevereiro, visto que os esforços de reconstrução estão a ser direccionados para zonas frequentadas por turistas ou por estratos mais favorecidos da população. "Vem dinheiro daqui e dacolá, mas às pessoas pobres, que vivem nas zonas altas ainda não chegou nada. A política praticada pelo senhor dr. Alberto João Jardim é a mesma coisa que se praticava na antiga União Soviética - só se fazia as coisas para o turista ver", apontou Coelho.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

segunda-feira, março 15, 2010

Madeira: Vereador do PND-M pede demolição de edificio anexo à Alfândega


















Funchal, 15 mar (Lusa) - O vereador do Partido da Nova Democracia (PDN) na Câmara do Funchal pediu hoje a demolição do edifício que foi acoplado à Alfândega.
Gil Canha pediu a demolição do “bolo de noiva”, expressão que utiliza para se referir à acoplagem arquitetónica, em forma circular, feita ao edifício da antiga Alfândega do Funchal, que remonta ao século XVII.
O edifício que foi anexo à Alfândega é onde se reunem habitualmente os deputados nas sessões plenárias.
O edifício da Assembleia Legislativa da Madeira está atualmente em obras de beneficiação, entendendo o vereador que este é o momento oportuno para a demolição do “acrescento” e a reposição do aspeto original da Alfândega.
O vereador defendeu ainda a criação de um edifício para a Assembleia de raiz dado que “os seus serviços se encontrarem distribuídos por vários imóveis da cidade do Funchal”.
Gil Canha considera a Alfândega “um dos mais belos edifícios da Avenida do Mar”.

EC.

(Com a devida vénia à Agência LUSA)

domingo, março 14, 2010

PND do lado de Victor Freitas no caso do Parlamento Regional

Baltazar Aguiar apelou, ontem à, bancada socialista na Assembleia Legislativa da Madeira para que não se comporte como "meros funcionários" e assuma a defesa do ex-deputado Victor Freitas.Numa acção promovida durante a amanhã de ontem, o deputado do Partido da Nova Democracia (PND) considerou injusta a posição do Parlamento Regional. Recorde-se que a Mesa da Assembleia deliberou o não regresso de Victor Freitas às funções de deputado, por entender não haver lugar à alteração sugerida pelo Partido Socialista da Madeira. Os socialistas pediam que Victor Freitas substituísse Bernardo Trindade, que é actualmente secretário de Estado do Turismo.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

quinta-feira, março 11, 2010

Post escrito pelo Dr. Manuel Monteiro a propósito da tragédia ocorrida na Madeira a 20 de Fev de 2010

O REALISMO DA TRAGÉDIA MADEIRENSE
Quando há uma tragédia em quem pensamos? Primeiro nos familiares, depois nos amigos, depois nos vizinhos e nos conhecidos. Foi assim no passado é assim no presente e será assim no futuro. Nestes momentos a imediata preocupação dos cidadãos é salvar, ajudar, reconstruir, recomeçar. Não há espaço para mais nada. Indefesas, inseguras, intranquilas, incrédulas, as pessoas ficam alheias e distantes de discursos, de declarações, de polémicas. É ainda nestes momentos que as ondas de solidariedade se erguem e que os adversários fazem tréguas. Dir – se – ia que o egoísmo desaparece e que o mundo de concórdia e de inter – ajuda surge. A política e o seu combate ficam para segundo plano, sendo quase um crime falar ou erguer a voz sobre questões que não digam exclusivamente respeito ao salvamento de pessoas e bens, à reconstrução de casas, de empresas e de infra – estruturas. Mas na verdade há quem conhecendo este estado de espírito proceda com aparente parcimónia, e muita inteligência, em sentido contrário. Quem diz não haver lugar nestes momentos para fazer política está simplesmente a fazê – la. A inibição que pretende criar nos seus adversários é apenas o salvo-conduto para poder estar tranquilo, e só, no campo político. Assistimos a isto mesmo na Madeira, não deixando aliás de ser curioso que Alberto João Jardim atacando os que agora “fazem política”, anuncie ao mesmo tempo ter – se aberto um novo ciclo político para a Região. Percebe – se a sua “jogada”. Por ironia do destino a catástrofe foi o melhor que lhe podia ter sucedido. Estava sem dinheiro, desesperado, sem saber como contentar a clientela, isolado politicamente e ainda sem soluções para o futuro. Os seus problemas desapareceram. Vai receber o que nunca pensou agora ter e vai querer surgir como o “marquês de pombal madeirense”. Não é por acaso que fala de um “novo ciclo político”. Para trás ficarão as centenas de casas clandestinas que permitiu e patrocinou, muitas das quais agora caíram; para trás ficarão as obras que deixou fazer em nome dos votos, em espaços onde nunca deveriam ter sido construídas; para trás ficarão os atentados urbanísticos que cultivou colocando em causa a segurança dos solos; para trás ficará a desflorestação feita sem critério e que agora deixou as águas ainda mais livres para seguirem o seu curso. Para trás ficam, apagadas pela lama, as acções e omissões de um dirigente incapaz, impreparado e incompetente. É uma triste realidade aquela que pode transformar o futuro da Madeira, num desastroso regresso ao passado.

(Com a devida vénia ao Blog A Revolta - um direito e um dever)

Coelho chama "tasqueiro" a Miguel Mendonça















No regresso ao plenário, depois do intervalo, o deputado do PND fez uma interpelação para protestar pelo comportamento da Mesa na troca de 'bocas' que manteve com Jaime Lucas (PSD) (textos anteriores).Coelho acusou o deputado do PSD de o ter ameaçado com "agressões físicas" e lamentou que o presidente da ALM se tivesse "comportado como um tasqueiro" e mandado resolver o propblema no corredor.Miguel Mendonça reagiu. O Presidente da ALM lembrou que é "católico praticante" e, com ironia, agradeceu ao deputado do PND por, com os sucessivos episódios que provoca, contribuir para a sua "santificação". Jaime Lucas pediu a palavra para esclarecer que não tinha insultado José Manuel Coelho e responder a acusações anteriores. Coelho tinha acusado Lucas de estar no parlamento "para não ser preso". O deputado do PSD garantiu que no único processo que foi apresentado contra si, pediu o levantamento da imunidade parlamentar. O deputado recordou que, contra José Manuel Coelho, "deve haver mais de uma dúzia de processos". O debate prossegue, ainda, com a discussão do primeiro ponto da agenda, a criação de cantinas sociais, apresentado pelo BE.

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)