sexta-feira, fevereiro 12, 2010

REACÇÃO DO PND À SENTENÇA DO PROCESSO QUINTA DO LORDE

PND PEDE DEMISSÃO DA CHEFE DO CENTRO COMUNITÁRIO DA CÂMARA DO FUNCHAL

PND acusa os juízes de serem "controlados pela Quinta Vigia" e denuncia perseguições no hospital










(...) A abrir a sessão, Vasco Vieira fez uma intervenção sobre ética, em que pretendia atingir o Governo da República, o primeiro-ministro e a oposição regional. A resposta das outras bancadas foi quase em uníssono: todos lembraram o comportamento da maioria, do seu líder e os atropelos aos direitos das oposições. José Manuel Coelho foi mais longe e apresentou casos concretos. Começou para alertar para a "perseguição" ao delegado sindical dos médicos, Mário Pereira, a quem terão sido retiradas todas as funções, segundo o deputado porque terá denunciado "negócios" dos responsáveis do SESARAM. O representante do PND, que se queixou de ser "censurado" pela comunicação social, também acusou os juízes, "com duas ou três excepções", de serem "controlados pela Quinta Vigia". Coelho disse que as sentenças dos tribunais "são combinadas por telefone" com a Presidência do Governo. (...)

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Coelho acusa juízes de serem "subservientes"















José Manuel Coelho, comparou os tribunais da Região aos da ditadura militar que governou o Brasil, na década de 1960. Numa conferência de imprensa, junto ao Palácio da Justiça, no Funchal, o deputado do PND acusou o "regime jardinista" de "instrumentalização" dos tribunais e acusou os juízes de ajudarem a "perseguir" os democratas. "Os senhores juízes dizem que são independentes mas estão subservientes ao regime jardinista", acusa.Dentro do tribunal decorria o julgamento de Gil Canha e Eduardo Welsh, também membros do PND e antigos directores do jornal 'Garajau', agora dirigido por Coelho, acusados de difamação pelo vice-presidente do Governo.Em causa estão textos do jornal em que Cunha e Silva era acusado de ser assessor jurídico da empresa de trabalho temporário do Porto do Funchal e de não ter entregue a declaração de rendimentos no Tribunal Constitucional.José Manuel Coelho acusou o governante de "uso abusivo" do dinheiro dos contribuintes para pagar aos seus advogados. O deputado do PND lembrou que este era um processo por "questões pessoais", pelo que não deveria ser o Governo Regional a pagar advogados "a peso de ouro". Coelho garantiu que o advogado de Cunha e Silva, Garcia Pereira é um dos "mais caros do País" e que "recebe cinco mil euros de cada vez que vem à Madeira". O deputado estranha que não contratem advogados madeirenses, "quando há tantos no desemprego".

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

PND- DINHEIROS PÚBLICOS USADOS PARA DEFENDER CASOS PESSOAIS DO DR. CUNHA E SILVA

Jardim «persegue democratas e jornalistas»

O deputado do PND-Madeira, José Manuel Coelho, criticou esta segunda-feira o «uso abusivo» e a «instrumentalização que o regime jardinista faz dos tribunais para perseguir os democratas e os jornalistas».

José Manuel Coelho falava junto às instalações do tribunal judicial do Funchal, onde começou o julgamento dos dirigentes do PND, Gil Canha e Eduardo Welsh, também redatores da publicação regional «O Garajau», num processo por «delito de opinião» interposto pelo vice-presidente do executivo madeirense, João Cunha e Silva.
Em causa estão acusações feitas neste periódico contra o governante há três anos, que este considerou difamatórias, relacionadas com o facto deste ter sido assessor e advogado da empresa de trabalho temporário dos Portos do Funchal e de se ter esquecido de apresentar a declaração de rendimentos junto do Tribunal Constitucional.
O deputado da Nova Democracia censurou o governante por «estar a usar o dinheiro dos contribuintes para arranjar e custear advogados caros, caso de Garcia Pereira que o representa, para intervir em processos que nada têm a ver com situações relacionadas com o cargo público que desempenha, tratando-se de casos particulares».
«Alberto João Jardim vai a Lisboa e ao Conselho de Estado pedir mais dinheiro para a Madeira e este acaba por voltar para o continente sendo desperdiçado neste tipo de situações», opinou.
José Manuel Coelho considera que a actuação do Governo Regional, «o uso abusivo que faz da justiça para perseguir os democratas e os jornalistas, é semelhante à do regime brasileiro na década de 60, quando os tribunais faziam perseguições económicas aplicando multas e indemnizações aos críticos, uma forma subtil de condicionar a oposição».

(Com a devida vénia ao IOL Portugal Diário)