quarta-feira, fevereiro 03, 2010
PND-Madeira manifesta-se à porta do Conselho de Estado

Na acção que prepararam, vão abrir uma faixa apelando a Cavaco e ao Governo que «ajudem os madeirenses mas não dêem dinheiro» a Alberto João jardim.
Os dirigentes do PND-Madeira fizeram questão de não anunciar previamente esta iniciativa. Vieram a Lisboa de surpresa e, tal como nas suas acções de propaganda na Madeira, esperam ter, por isso, ainda maior visibilidade.
Baltazar Aguiar vai aproveitar o momento para explicar os motivos desta iniciativa. Segundo explicaram ao SOL, os dirigentes do PND-Madeira querem propor que, em vez do financiamento da região ser feito directamente para o Governo de Alberto João Jardim, que o dinheiro seja destinado a projectos concretos e só possa ser gasto neles, como é o caso da construção do novo hospital no Funchal. «Só assim se evitará continuar a financiar os lobbies, a propaganda jardinista, os clubes de futebol e os sempre os mesmos grandes grupos económicos», disse Gil Canha ao SOL a este propósito.
O PND-Madeira tem caracterizado a sua acção política com iniciativas inéditas de propaganda, sempre misturando a provocação, a ironia e a forte crítica a João Jardim, ao Governo regional e ao PSD madeirense.
graca.rosendo@sol.pt
(Com a devida vénia ao Semanário Sol)
domingo, janeiro 31, 2010
PND acusa a Câmara de Santa Cruz de inoperância
"Agora temos um poço, uma lagoa de água fétida, putrefacta, cheia de 'bicharocos' e de toda a imundice há cerca de cinco anos e a Câmara Municipal de Santa Cruz não faz nada", acusa o deputado do PND.
(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)
sexta-feira, janeiro 29, 2010
PND requer anulação do plano da Ribeira de São João

(Com a devida vénia ao Diário de Notícias - Madeira)
quinta-feira, janeiro 28, 2010
quarta-feira, janeiro 27, 2010
Voto de Protesto apresentado na ALM

Voto de Protesto
A Madeira vive presentemente uma das maiores crises de sempre em todos os planos, político, económico e social.
No plano político, a região é um caso único, no país e na Europa, de autoritarismo e de viciação dos mecanismos democráticos e parlamentares.
No plano económico, enfrentamos o falhanço do modelo de desenvolvimento, a crise do “Destino Madeira”, destruído pela betonização e pelo excesso de construção, e, mais de 30 anos depois da conquista da autonomia, ressurge a sombra do condicionamento e da distorção de concorrência, com os sectores portuário e de transportes marítimos, turístico e da construção entregues a três ou quatro grandes lobbies económicos que ditam as regras de mercado e açambarcam todos os bons negócios com a região.
No plano social, continuamos a viver a melancólica resignação da Madeira Velha às maiores taxas nacionais de analfabetismo, de iliteracia, de pobreza e de assimetria de distribuição de rendimentos, agora agravadas com o maior aumento nacional da taxa de desemprego.
Em recente visita à Madeira, o Presidente Honorário do PS procurou branquear toda esta situação dizendo que o chefe do Governo Regional da Madeira é «economicamente sério» e que fez uma “obra positiva a nível das infraestruturas urbanísticas, rodoviárias e turísticas”.
Ora estas afirmações, produzidas por uma pessoa inteligente e conhecedora, como sem dúvida é o Dr. Almeida Santos, são intelectualmente desonestas e interesseiras, por ocultarem uma realidade bem diversa e conhecida do seu autor e por acomodarem os interesses de um grande grupo económico beneficiado do Regime de que o Dr. Almeida Santos é Advogado.
Mais do que isso, essas declarações são um insulto à inteligência dos Madeirenses. Se o Presidente do Governo Regional da Madeira é «economicamente sério» então como se explicam as posições do Governo PS nestes últimos anos sobre a Madeira e as declarações recentemente proferidas pelo 1.ª Ministro e pelo Ministro da Finanças sobre as finanças públicas regionais?
O Dr. Almeida Santos antes de falar da Madeira tem de fazer uma declaração de interesses, ele é parte mais interessada na governação regional que um madeirense comum.
Na Assembleia Regional, em intervenções de deputados do partido do poder e de todos os partidos da oposição, fez-se já a justa e isenta avaliação da obra do Dr. Alberto João Jardim, sendo absolutamente desnecessárias e merecedoras do protesto desta assembleia intervenções comprometidas e interessadas do calibre daquelas que foram produzidas pelo Dr. Almeida Santos que apenas contribuem para inquinar ainda mais a vida democrática regional.
Assim, a Assembleia Legislativa da Madeira expressa o seu Voto e Protesto pelas citadas declarações e comportamento político do Dr. Almeida Santos na sua última visita à Madeira.
Funchal, 25 de Janeiro de 2010
O Deputado único do PND
(José Manuel da Mata Vieira Coelho)
